sábado, 19 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Registrado
Agora em momentos de sossêgo, de realizações simples... simplesmente sinceras para comigo mesmo. Sinceramente naquilo que que nem busco, que já me é intrínseco.
Ahhh, como pensar, escrever, guardar tais momentos, que não anseio que sejam nada além disso: momentos... bons momentos;
Em conversas descompromissadas e agradáveis em suas complexas colocações tão pouco cotidianas ou corriqueiras, mas a mim tão interessantes e enriquecedoras. Valiosas naquilo que me é precioso... e encantadoramente importante. Situações que me consomem sorvendo minha mente, devagar e sem preocupações, sem regras e sem pré-noções... Sem compromissos.
Palavras que trocamos, entre um gole e outro. Comedidos... sim, comedidos. Sem mesmo o afã de "vida" que nos arrebata em instantes fugazes que buscamos experimentar e realmente viver, sentir em todos sentidos mesmo que sem sentido algum... ao menos para os outros.
Porquanto fico por aqui. Sem por menores, sem pretensões. Simplesmente registrado... ao menos estes momentos.
Bh 29-09-09 na casa da Vida com a Lívia algumas cevas e músicas aleatórias
Ahhh, como pensar, escrever, guardar tais momentos, que não anseio que sejam nada além disso: momentos... bons momentos;
Em conversas descompromissadas e agradáveis em suas complexas colocações tão pouco cotidianas ou corriqueiras, mas a mim tão interessantes e enriquecedoras. Valiosas naquilo que me é precioso... e encantadoramente importante. Situações que me consomem sorvendo minha mente, devagar e sem preocupações, sem regras e sem pré-noções... Sem compromissos.
Palavras que trocamos, entre um gole e outro. Comedidos... sim, comedidos. Sem mesmo o afã de "vida" que nos arrebata em instantes fugazes que buscamos experimentar e realmente viver, sentir em todos sentidos mesmo que sem sentido algum... ao menos para os outros.
Porquanto fico por aqui. Sem por menores, sem pretensões. Simplesmente registrado... ao menos estes momentos.
Bh 29-09-09 na casa da Vida com a Lívia algumas cevas e músicas aleatórias
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Don't fear the reaper
Eu sei que todos os segredos estão em mim,
Mas não sei se poderei dividí-los com você.
Já faz muito tempo que quis lhe dizer, mas você não quis me ouvir.
Agora só o silêncio.
Não sei se realmente quero entender as coisas que ainda serão,
Se para saber tiver que deixar de viver.
Porque se acaba aquilo que é, quando se deixa de ser nada.
Oh não... o que foi que eu te fiz fazer.
Mesmo sem você entender,
O que foi que eu te fiz fazer.
Por instantes pensei perder, mas segurei tua mão.
E tua voz soou... me dizendo para ficar.
Para onde me levou?
E agora quem eu sou?
Inspirado na música e mais...
Mas não sei se poderei dividí-los com você.
Já faz muito tempo que quis lhe dizer, mas você não quis me ouvir.
Agora só o silêncio.
Não sei se realmente quero entender as coisas que ainda serão,
Se para saber tiver que deixar de viver.
Porque se acaba aquilo que é, quando se deixa de ser nada.
Oh não... o que foi que eu te fiz fazer.
Mesmo sem você entender,
O que foi que eu te fiz fazer.
Por instantes pensei perder, mas segurei tua mão.
E tua voz soou... me dizendo para ficar.
Para onde me levou?
E agora quem eu sou?
Inspirado na música e mais...
domingo, 29 de março de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Dito
Momentos de não escrever, momentos de não dizer...
Momento de ouvir... e apenas ouvir...
e por sillent all these years... o que dizer?
Muito, muito a dizer... e nada do que já foi dito.
Exaustivamente dito o que não ouviu...
O que não se pode ouvir... ou que não se quis ouvir.
Digo então em poucos silêncios entrecortatos por palavras mínimas,
Poucas... pequenas.. palavras...que inauditas por sentimento,
Que apenas sentimento... dizem;
O que o corção simplesmente fala.
Ps: Felicidades Gian e Débora!
Momento de ouvir... e apenas ouvir...
e por sillent all these years... o que dizer?
Muito, muito a dizer... e nada do que já foi dito.
Exaustivamente dito o que não ouviu...
O que não se pode ouvir... ou que não se quis ouvir.
Digo então em poucos silêncios entrecortatos por palavras mínimas,
Poucas... pequenas.. palavras...que inauditas por sentimento,
Que apenas sentimento... dizem;
O que o corção simplesmente fala.
Ps: Felicidades Gian e Débora!
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Poesia por séculos
Au jardin dês rêves
"Dans le jardin fleuri des rêves
J'ai mené quand j'étais enfant
Mon espoir frais et triomphant.
Mais où sont les lointaines grèves
Du beau jardin fleuri de rêve?
Plus tard dans le jardin des rêves
J'ai conduit mon amour naissant,
Mon tendre amour d'adolescent.
Que les heures douce sont brèves
Dans le jardin fleur des rêves...
Et voici qu'au jardin des rêves
Que la vie, hélas, saccagea,
Triste et seul je mène, déjà,
Mês regrets qui pleurent sans trèves
La mort du beau jardin des rêves. "
Letra Traduzida: No jardim de sonhos
"Ao jardim florido de sonhos
Eu levei, quando era criança
Minha esperança fresca e triunfante.
Mas onde estão os longínquos seixos
Do belo jardim florido de sonhos?
Mais tarde ao jardim de sonhos
Eu levei meu amor nascente,
Meu terno amor adolescente.
Como as horas doces são breves
No jardim florido de sonhos...
E eis que ao jardim de sonhos
Que a vida, ai de mim!, roubou,
Triste e só eu levo, agora,
Minhas tristezas que choram sem trégua
A morte do belo jardim de sonhos."
Fonte: Canções Brasileiras
"Dans le jardin fleuri des rêves
J'ai mené quand j'étais enfant
Mon espoir frais et triomphant.
Mais où sont les lointaines grèves
Du beau jardin fleuri de rêve?
Plus tard dans le jardin des rêves
J'ai conduit mon amour naissant,
Mon tendre amour d'adolescent.
Que les heures douce sont brèves
Dans le jardin fleur des rêves...
Et voici qu'au jardin des rêves
Que la vie, hélas, saccagea,
Triste et seul je mène, déjà,
Mês regrets qui pleurent sans trèves
La mort du beau jardin des rêves. "
Letra Traduzida: No jardim de sonhos
"Ao jardim florido de sonhos
Eu levei, quando era criança
Minha esperança fresca e triunfante.
Mas onde estão os longínquos seixos
Do belo jardim florido de sonhos?
Mais tarde ao jardim de sonhos
Eu levei meu amor nascente,
Meu terno amor adolescente.
Como as horas doces são breves
No jardim florido de sonhos...
E eis que ao jardim de sonhos
Que a vida, ai de mim!, roubou,
Triste e só eu levo, agora,
Minhas tristezas que choram sem trégua
A morte do belo jardim de sonhos."
Fonte: Canções Brasileiras
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