Esse que desde sempre se passa...
E que sob tua égide tudo trespassa.
Sonhos, desejos, batalhas e povos...
Mulheres e homens, e eras e eras.
Instante a instante, momento a momento...
Estações se repetem e o ciclo recomeça.
Do nada a vida, da vida a morte, da morte ao nada.
E o tempo... De que adianta?
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segunda-feira, 6 de outubro de 2014
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Sorvo
Decanto...
Destilo...
Sensações e sentimentos...
Letra por letra.
Palavra por palavra.
A cada gole... de vinho, de sangue, de vida.
Um suspiro... lento.
Inacabado.
P.S.: E mesmo esta não teria 'terminado' não fosse a Mel.
Destilo...
Sensações e sentimentos...
Letra por letra.
Palavra por palavra.
A cada gole... de vinho, de sangue, de vida.
Um suspiro... lento.
Inacabado.
P.S.: E mesmo esta não teria 'terminado' não fosse a Mel.
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terça-feira, 9 de setembro de 2014
Felinas Mãos de Menina
Das mãos da menina,
Traços, rabiscos e formas.
Desenhos de sonhos e fantasias...
Das mãos de menina,
Toques, notas e melodias.
Compondo suas noites e dias...
Das mãos... feminina,
Volúpia, desejos e...
Carícias felinas.
Traços, rabiscos e formas.
Desenhos de sonhos e fantasias...
Das mãos de menina,
Toques, notas e melodias.
Compondo suas noites e dias...
Das mãos... feminina,
Volúpia, desejos e...
Carícias felinas.
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sábado, 2 de agosto de 2014
...
Não são poucas as coisas com que se lidar.
Poucas coisas...
Com que se lidar?
Coisas?
Muito pouco...
Poucas coisas...
Com que se lidar?
Coisas?
Muito pouco...
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quarta-feira, 18 de junho de 2014
Ilimite
Um coração pulsando...
O bater das ondas em uma proa...
Tilintar de sinos..dos ventos...
Instante
.
Pulso
Bater
Vento
.
Infinito
...
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Maurício Coeli
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sexta-feira, 14 de março de 2014
Assim para o Alvorecer
Palavras, histórias, sentimentos...
Tudo vira pó.
E vira pó antes de desaparecer.
Mas e as lembranças?
Essas vão embassando... descolorindo...
Acinzentam e começam a pairar cada vez mais distantes.
Vão se fixando cada vez mais ao passado...
Tornando-se opacas... frágeis.
Mas se viveu-se de verdade...
Se aquilo que experimentamos foi sincero...
Um dia... um dia...
Só noite...
Para renascer um outro amanhã.
Tudo vira pó.
E vira pó antes de desaparecer.
Mas e as lembranças?
Essas vão embassando... descolorindo...
Acinzentam e começam a pairar cada vez mais distantes.
Vão se fixando cada vez mais ao passado...
Tornando-se opacas... frágeis.
Mas se viveu-se de verdade...
Se aquilo que experimentamos foi sincero...
Um dia... um dia...
Só noite...
Para renascer um outro amanhã.
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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
I against Me
Se for para ser, que eu seja.
Ser por mim mesmo...
Aquele que escolhe e não se nega.
Por aquilo que me fizer ser,
Que sinto.
Sem razão...
Razão para ser...
Sem sentir?
Não.
Não para mim.
Ser por mim mesmo...
Aquele que escolhe e não se nega.
Por aquilo que me fizer ser,
Que sinto.
Sem razão...
Razão para ser...
Sem sentir?
Não.
Não para mim.
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sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Porque nem a poesia diz
Sou aquilo que te fere.
É isso mesmo?
Ou sou aquilo que você imagina que seja,
O que quer que seja isso que te fere?
Isso que te fere, se for... eu sou.
Sou e se te ferir, não sou aquilo.
Sou eu...
Ferido por ferir?
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sábado, 4 de agosto de 2012
Um dia...uma noite...
Um dia e envelheço...
Uma noite e rejuveneço...
Um dia e eu canso...
Uma noite e eu curto...
Um dia eu adormeço...
E a noite... simplesmente renasço.
Uma noite e rejuveneço...
Um dia e eu canso...
Uma noite e eu curto...
Um dia eu adormeço...
E a noite... simplesmente renasço.
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terça-feira, 6 de março de 2012
Desejo
Me apoiando em pedras frias,
Que congelam minhas mãos e ardem sob meus pés...
Escalo cada vez mais profundo.
Buscando forças para prosseguir, a cada vez que o fôlego me falta.
E mesmo ofegante eu prossigo...
Estenuantemente.
A cada movimento, câimbras mentais.
Mas no peito um coração que pulsa...
Não desisto.
Nesta razão de sentimentalmente ser,
Aquilo que busco alcançar...
E que sempre carregarei comigo.
Que congelam minhas mãos e ardem sob meus pés...
Escalo cada vez mais profundo.
Buscando forças para prosseguir, a cada vez que o fôlego me falta.
E mesmo ofegante eu prossigo...
Estenuantemente.
A cada movimento, câimbras mentais.
Mas no peito um coração que pulsa...
Não desisto.
Nesta razão de sentimentalmente ser,
Aquilo que busco alcançar...
E que sempre carregarei comigo.
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sábado, 14 de janeiro de 2012
Uma Noite de... (1 3)
Quero dormir.... para repousar;
Quero uma noite sem sonhos.
Porque se sonho acordado,
Que ao menos à noite eles não me alimentem de ilusões.
Quero uma noite sem sonhos.
Porque se sonho acordado,
Que ao menos à noite eles não me alimentem de ilusões.
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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Quando você chegar
E um novo tempo há de começar,
Quando você chegar.
As cores voltarão a brincar
E sol brilhar mais belo...
Do nascer ao se pôr.
Por pormenores hei de viver,
Porque será simples... simplesmente intenso.
Quando sorrires verás meus olhos brilharem,
Pelo brilho que tens nos teus.
E sorrirei contigo.
E quando tocá-la sentirás o que sinto por você,
Assim eu sonho a cada noite... porque um novo tempo há de começar...
Quando você chegar.
* Para minha querida IzaBella, com carinho.
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quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Until the end (Não acaba antes disso)
Algumas pessoas surgem em nossa vida,
Vindas de lugares distantes ao sul...
Mas parecem nunca chegar,
mesmo sem nunca deixar de estar ao nosso lado.
E com palavras forjam-se relações que perpassam estações,
Anos se esvaem e a tempos que discorremos...
Confidências, alentos... e por vezes lágrimas.
A mão que nunca segurei, ampara uma existência interior,
Sem a qual nada de externo sentiria.
Por isso e muito mais, serás alegremente recebida
E bem vinda sempre.
P.S.: Vinho é chuva para brotar inspiração.
Vindas de lugares distantes ao sul...
Mas parecem nunca chegar,
mesmo sem nunca deixar de estar ao nosso lado.
E com palavras forjam-se relações que perpassam estações,
Anos se esvaem e a tempos que discorremos...
Confidências, alentos... e por vezes lágrimas.
A mão que nunca segurei, ampara uma existência interior,
Sem a qual nada de externo sentiria.
Por isso e muito mais, serás alegremente recebida
E bem vinda sempre.
P.S.: Vinho é chuva para brotar inspiração.
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sábado, 8 de outubro de 2011
Em tempo
De tempos que vivi e sonhei
Não mais esperei.
De tempos idos que não ficaram,
Foram... demais!
De tempos em tempos... esse tormento.
Esse alento que me sobressalta.
De tempo perdido... não;
Dê tempo... ao tempo... que passa...
De tempo... momento;
Passado, presente e futuro.
De tempo certo, incerto...
Instante no tempo.
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terça-feira, 3 de maio de 2011
Sem Esperar
Há anos que eu não espero mais.
Esperar nunca fez muito sentido para mim.
O tempo passa sem que eu o siga,
Mas como o tempo, sigo em frente.
E defronto-me com mais do que busco,
Por vezes me perdendo no que mais procuro.
Algo sempre a espreita, o que eu não sinto...
E se parar para pensar, e se tentar entender,
O que é isso que escuto?
Não silencie, suspeite de tudo que não quer ser dito.
Inaudito para aqueles que se ausentam sem nunca ter estado.
Aqueles que continuam esperando.
Esperar nunca fez muito sentido para mim.
O tempo passa sem que eu o siga,
Mas como o tempo, sigo em frente.
E defronto-me com mais do que busco,
Por vezes me perdendo no que mais procuro.
Algo sempre a espreita, o que eu não sinto...
E se parar para pensar, e se tentar entender,
O que é isso que escuto?
Não silencie, suspeite de tudo que não quer ser dito.
Inaudito para aqueles que se ausentam sem nunca ter estado.
Aqueles que continuam esperando.
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sexta-feira, 1 de abril de 2011
CP = Compact Poetry
The Doors... opened right now for me.
And so... this is the end.
Cause people are strange,...my friend.
I don't want a L.A. woman.
I want to be gide for the moonlight drive...
Until a roadhouse blues and break on trough
And say for you: Hello I love you...
My wild love.
Cause i'm a the unknow soldier and the summer's that... almost gone.
And so... this is the end.
Cause people are strange,...my friend.
I don't want a L.A. woman.
I want to be gide for the moonlight drive...
Until a roadhouse blues and break on trough
And say for you: Hello I love you...
My wild love.
Cause i'm a the unknow soldier and the summer's that... almost gone.
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sábado, 5 de março de 2011
Carnaval?!... Isso sim é 'Festa de Carne' a se comemorar
Soldado Espartano
"É belo quando um homem bravo das primeiras fileiras,
Cai e morre, lutando por sua pátria,
E abominável quando um homem abandona campos semeados e cidade
E vaga mendingando com sua querida mãe,
Pai idoso, crianças pequenas e mulher leal.
Ele será desprezado em cada nova aldeia,
Reduzido à penúria e a odiosa pobreza; e vergonha
Marcará sua linhagem familiar, sua nobre
Figura. Escárnio e disastre o perseguirão;
Então lutemos por nossa Nação e livremente entreguemos
Nossas vidas para salvar nossas queridas crianças.
Jovens, lutai escudo a escudo e jamais sucumbides
Ao pânico ou à fuga miserável,
Mas fortalecei o coração em seus peitos com magnificência
E coragem. Esquecei tua própria vida
Quando te agarrares com o inimigo. Jamais correi
E deixai um velho soldado cair
Cujas pernas perderam seu poder. É chocante quando
Um homem velho cai na linha de frente
Perante um jovem: um guerreiro velho cuja cabeça é branca
E a barba cinzenta, exalando sua forte alma
No pó, agarrando sua genitália ensanguentada
Em suas mãos: uma visão abominável,
Horrenda de se ver: sua carne nua. Mas em um homem jovem
Tudo é belo quando ele ainda
Possui a flor brilhante da amável juventude.
Vivo ele é adorado pelos homens,
Desejado pelas mulheres, e magnífico de se olhar
Quando ele cai morto no embate dianteiro.
Que cada homem abra suas pernas, enraizando elas no chão,
Morda seus lábios com os dentos, e resista!" - por Tirteu de Esparta
Fonte: LEGIO VICTRIX
"É belo quando um homem bravo das primeiras fileiras,
Cai e morre, lutando por sua pátria,
E abominável quando um homem abandona campos semeados e cidade
E vaga mendingando com sua querida mãe,
Pai idoso, crianças pequenas e mulher leal.
Ele será desprezado em cada nova aldeia,
Reduzido à penúria e a odiosa pobreza; e vergonha
Marcará sua linhagem familiar, sua nobre
Figura. Escárnio e disastre o perseguirão;
Então lutemos por nossa Nação e livremente entreguemos
Nossas vidas para salvar nossas queridas crianças.
Jovens, lutai escudo a escudo e jamais sucumbides
Ao pânico ou à fuga miserável,
Mas fortalecei o coração em seus peitos com magnificência
E coragem. Esquecei tua própria vida
Quando te agarrares com o inimigo. Jamais correi
E deixai um velho soldado cair
Cujas pernas perderam seu poder. É chocante quando
Um homem velho cai na linha de frente
Perante um jovem: um guerreiro velho cuja cabeça é branca
E a barba cinzenta, exalando sua forte alma
No pó, agarrando sua genitália ensanguentada
Em suas mãos: uma visão abominável,
Horrenda de se ver: sua carne nua. Mas em um homem jovem
Tudo é belo quando ele ainda
Possui a flor brilhante da amável juventude.
Vivo ele é adorado pelos homens,
Desejado pelas mulheres, e magnífico de se olhar
Quando ele cai morto no embate dianteiro.
Que cada homem abra suas pernas, enraizando elas no chão,
Morda seus lábios com os dentos, e resista!" - por Tirteu de Esparta
Fonte: LEGIO VICTRIX
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Aqueles que me acompanham
Sim eu sei, eu sinto. É sempre assim. Não são convidados, nem trazidos ou guiados. Rondam, espreitam... e lentamente, inadivertidamente vão se deixando perceber. Ainda que sem contornos, sem cores ou cheiro. É assim que se nutrem, a medida que vão sendo experimentados, tornado-se experiênica, fundindo imaterial em material, sonho em realidade. Silenciosamente despertando minha mente, minha cosnciência. Noite após noite... meus pensamentos.
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Relendo e relembrando os bons amigos
Intermezzo
"Nem tudo pode estar sumido
ou consumido...
Deve - forçosamente - a qualquer instante,
formar-se, pobre amigo, uma bolha de tempo nessa Eternidade...
e onde
- o mesmo barman no mesmo balcão,
por trás a esplêndida biblioteca de garrafas,
fonte da nossa colorida erudição -
haveremos de continuar aquela nossa velha discussão
sobre tudo e nada
até
que, fartos de tudo e nada,
desta e da outra vida,
a rir como uns perdidos,
a chorar como uns danados,
beberemos os dois nos crânios um do outro...
até o teto desabar!
(Perdão! até a bolha rebentar...)" - Mario Quintana
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segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Para sorver
Escrever e (des)crer
Naquilo que um dia pode ser.
Mas nascer, crescer, para sobreviver...
O que ser?
Mais que um relato, um diálogo.
Pontos de vista, mas não prontos... por fazerem-se;
Ante a tantos nós, vários "eus".
Que discorrem... e as vezes escorrem.
Naquilo que um dia pode ser.
Mas nascer, crescer, para sobreviver...
O que ser?
Mais que um relato, um diálogo.
Pontos de vista, mas não prontos... por fazerem-se;
Ante a tantos nós, vários "eus".
Que discorrem... e as vezes escorrem.
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