quarta-feira, 23 de junho de 2010
Grandíssimo escritore
"A verdadeira generosidade para com o futuro consiste em dar tudo ao presente." - Albert Camus
Postado por
Maurício Coeli
às
21:51
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Escritores
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Nova trilha sonora para vida...
Cosmic Love
A falling star fell from your heart and landed in my eyes
I screamed aloud, as it tore through them, and now it's left me blind
The stars, the moon, they have all been blown out
You left me in the dark
No dawn, no day, I'm always in this twilight
In the shadow of your heart
And in the dark, I can hear your heartbeat
I tried to find the sound
But then it stopped, and I was in the darkness,
So darkness I became
The stars, the moon, they have all been blown out
You left me in the dark
No dawn, no day, I'm always in this twilight
In the shadow of your heart
I took the stars from our eyes, and then I made a map
And knew that somehow I could find my way back
Then I heard your heart beating, you were in the darkness too
So I stayed in the darkness with you
The stars, the moon, they have all been blown out
You left me in the dark
No dawn, no day, I'm always in this twilight
In the shadow of your heart
The stars, the moon, they have all been blown out
You left me in the dark
No dawn, no day, I'm always in this twilight
In the shadow of your heart
Amor Cósmico
Uma estrela cadente caiu do seu coração e desembarcou nos meus olhos
Gritei em voz alta, enquanto ela os rasgava, e agora ela me deixou cega
As estrelas, a lua, todas elas explodiram
Você me deixou no escuro
Não há madrugada, não há dia, eu estou sempre neste crepúsculo
Na sombra do seu coração
E, no escuro, eu posso ouvir seu coração bater
Eu tentei encontrar o som
Mas então ele parou, e eu estava na escuridão,
Então me tornei escuridão
As estrelas, a lua, todas elas explodiram
Você me deixou no escuro
Não há madrugada, não há dia, eu estou sempre neste crepúsculo
Na sombra do seu coração
Tirei as estrelas dos nossos olhos, e então eu fiz um mapa
E sabia que de alguma maneira eu poderia encontrar o meu caminho de volta
Então eu ouvi o seu coração batendo, você também estava na escuridão
Então eu fiquei no escuro com você
As estrelas, a lua, todas elas explodiram
Você me deixou no escuro
Não há madrugada, não há dia, eu estou sempre neste crepúsculo
Na sombra do seu coração
As estrelas, a lua, todas elas explodiram
Você me deixou no escuro
Não há madrugada, não há dia, eu estou sempre neste crepúsculo
Na sombra do seu coração
- Florence and The Machine
Postado por
Maurício Coeli
às
21:52
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Música
domingo, 23 de maio de 2010
A vocês...
Tanta coisas acontecem e eu aqui.... por quê eu?
É assim... sem saber o "por quê?"... mas sinto e não me rucuso, nem se quisesse. Não quero..
Tá. Essse sou eu, e daí?
Ouvindo, fumando, viajando, experiênciando, ouvindo, vivendo... Isso sou eu.
"Gotten"? O que isso quer me dizer?
O que EU tenho pra dizer? Não importa.
São só minhas palavras, lançadas e registradas em instantes e só por serem instantes, valem algo por pura e simplesmente serem isso: instantes... menos que momentos.
Como eu. Um ponto, um grão, um sussurro, um... não sei, na imensidão de possibilidades obscuras, desconhecidas e infinitas do existir, que cada um carrega dentro de si, para ser aquilo que nasceu pra ser sem que estivesse escrito nas estrelas.
Para SER... e ponto. O que se é, e único, sendo, existe. E é. Ponto.
E é por isso que sorrio quando olho para estes que SÃO. Não por por mim, ou por minha consideração; simplemente (e completamente) são e ponto.
Lhes admiro por serem... de verdade.
Obrigado a vocês...
É assim... sem saber o "por quê?"... mas sinto e não me rucuso, nem se quisesse. Não quero..
Tá. Essse sou eu, e daí?
Ouvindo, fumando, viajando, experiênciando, ouvindo, vivendo... Isso sou eu.
"Gotten"? O que isso quer me dizer?
O que EU tenho pra dizer? Não importa.
São só minhas palavras, lançadas e registradas em instantes e só por serem instantes, valem algo por pura e simplesmente serem isso: instantes... menos que momentos.
Como eu. Um ponto, um grão, um sussurro, um... não sei, na imensidão de possibilidades obscuras, desconhecidas e infinitas do existir, que cada um carrega dentro de si, para ser aquilo que nasceu pra ser sem que estivesse escrito nas estrelas.
Para SER... e ponto. O que se é, e único, sendo, existe. E é. Ponto.
E é por isso que sorrio quando olho para estes que SÃO. Não por por mim, ou por minha consideração; simplemente (e completamente) são e ponto.
Lhes admiro por serem... de verdade.
Obrigado a vocês...
Postado por
Maurício Coeli
às
04:16
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Devaneios
sábado, 22 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
Para você: Mãe
Nunca se fez mãe...
Nasceu,sem escolha. E cresceu.
De menina se fez criança.
E brincando de roda, por vezes sem rumo cresceu,
E na adolescência sofreu.
Mocinha de nome e de coração já experiente... vivido.
Com intensas verdades tão jovens... mas sem medo.
Conhecendo e tatetando sem medo, daquilo que hoje nos diz, "Cautela meu filho"...
Mãe, te amo pelo carinho e cuidado, mas muito mais por não temer aquilo que busco,
Para ser eu mesmo.
Só você...
Mãe.
Nasceu,sem escolha. E cresceu.
De menina se fez criança.
E brincando de roda, por vezes sem rumo cresceu,
E na adolescência sofreu.
Mocinha de nome e de coração já experiente... vivido.
Com intensas verdades tão jovens... mas sem medo.
Conhecendo e tatetando sem medo, daquilo que hoje nos diz, "Cautela meu filho"...
Mãe, te amo pelo carinho e cuidado, mas muito mais por não temer aquilo que busco,
Para ser eu mesmo.
Só você...
Mãe.
Postado por
Maurício Coeli
às
07:41
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Aos que sabem que são
Escolho meus amigos pela pupila
"Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco! Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta. Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice! Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois ao vê-los loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril." - Oscar Wilde
Fonte: Provocações
Postado por
Maurício Coeli
às
23:08
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Escritores
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Refletindo sobre um bom filme...
E vivemos mesmo... uma vida de 'Cão sem dono'.
Postado por
Maurício Coeli
às
23:39
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Assinar:
Postagens (Atom)